13 anos!
Home
InstitucionalServiços OnlineLegislaçãoFotosMapasImprensaFale Conosco
DML
DI
DC
Laboratório
DPI
AgendamentoCI
Compras
Documentos
Contratação Emergencial 2013
Promoções IGP
Concurso 2008
Seminário 15 Anos
Emissão da GAD para Pagamento da Taxa da Carteira de Identidade
Emissão da GAD para Pagamento da Taxa da Carteira de Identidade
Emissão da GAD para Pagamento da Taxa da Carteira de Identidade
Banco Nacional do Desenvolvimento
Site do Sistema de Informação ao Cidadão

Revistas do IGP

 Revista do IGP nº3

 

 

Missão e Visão de Futuro
 .
Seminário Mulheres e a Segurança Pública
.
Consulta SPI
.
 Portal do Servidor - RHE
.
Expresso
.
Banrisul
.
Consultas Integradas
.

Cursos de Ensino à Distância

190

Disque Denúncia

Instituto-Geral de Perícias abre inscrições para Contratos Emergenciais

O Instituto-Geral de Perícias (IGP) está aceitando inscrições para Contrato Emergencial de Perito Médico-Legista e Auxiliar de Perícias, no período de 10 a 21 de fevereiro de 2014. As inscrições serão realizadas na Supervisão Técnica do IGP, situada na sede deste Instituto, na Rua Voluntários da Pátria, nº 1358, 3º andar, Ala Norte, Bairro Floresta, em Porto Alegre, de segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 12h e das 13h30min às 17h. As inscrições são gratuitas e a seleção será feita através da avaliação dos títulos apresentados.

Serão oferecidas o total de 30 (trinta) vagas, sendo 13 (treze) vagas para o cargo de Perito Médico-Legista, nos municípios de Alegrete-1, Cachoeira do Sul-1, Caxias do Sul-1, Frederico Westphalen - 1, Carazinho - 1, Palmeira das Missões -1, Santo Ângelo-1, São Borja-1, São Luiz Gonzaga-1, Santiago-1, Três Passos-1, Vacaria-1, Rio Grande-1. Para o cargo de Auxiliar de Perícias, 17 (dezessete) vagas, sendo 10 (dez) vagas em Porto Alegre e 07 (sete) vagas nos municípios de Carazinho-1, Santa Rosa-1, Santo Ângelo-1, Soledade-1, Três Passos-1, Vacaria-1 e Alegrete-1.   


A titulação obrigatória para o cargo de Perito Médico-Legista é o diploma e habilitação legal para o exercício da profissão de médico; para Auxiliar de Perícias é necessário o certificado de conclusão de ensino médio ou equivalente.
Demais informações podem ser obtidas no Edital 01/2014 Processo Seletivo Para Contratação Emergencial. A ficha de inscrição poderá ser retirada na Supervisão Técnica do IGP ou extraída pelo site www.igp.rs.gov.br. (no menu lateral identificado por CONTRATAÇÃO EMERGENCIAL).

ASCOM/IGP-03/02/2014

 
Governador afirma que prêmio na segurança pública é uma homenagem ao povo gaúcho
A equipe da Secretaria da Segurança Pública (SSP) levou o prêmio internacional Governarte: A arte do bom governo, do Banco Interamericano de ImageDesenvolvimento (BID), ao governador Tarso Genro, na tarde dessa quinta-feira (30), no Palácio Piratini. Ele recebeu o troféu do secretário da Segurança Pública, Airton Michels, que o representou na cerimônia do dia 15 de janeiro, em Washington (EUA). A Rede de Atendimento da Segurança Pública para o Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar venceu na categoria Governo Seguro: Prevenir o Crime e a Violência entre 29 países da América Latina e Caribe.

O governador disse que o reconhecimento é a prova da quebra da barreira do machismo nas instituições policiais e que isso se reflete em toda sociedade. "Esse tem provocado um efeito pedagógico mudando a postura das corporações. É uma grande homenagem ao povo gaúcho". Tarso ainda informou que o Governo Federal solicitou usar o modelo da rede como exemplo para os demais Estados.

Michels transmitiu as palavras do presidente do BID a Tarso Genro e disse que o governador tem se mostrado sensível às questões de violência de gênero da secretaria. O titular da SSP ainda destacou que todas as políticas têm transversalidade com o trabalho conjunto do Observatório da Violência Contra a Mulher, Instituto-Geral de Perícias, Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deams), Brigada Militar e Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe).

O prêmio
O reconhecimento representa vantagem em relação aos demais países na busca por recursos no exterior - especialmente do BID - voltados às políticas de gênero. Além disso, o selo Governo Seguro coloca a Rede da segurança pública gaúcha como modelo a ser copiado internacionalmente. O projeto, desde a construção até o funcionamento, será disponibilizado pelo BID para que governos do mundo inteiro o utilizem como referência.
O programa premiado integra a Rede Lilás, uma parceria da Secretaria da Segurança Pública (SSP) com a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), que articula todas as ações de combate à violência contra as mulheres do Governo do Estado.

Texto: Patrícia Lemos
Foto: Caroline Bicocchi/Palácio Piratini
Edição: Redação Secom (51)3210-4305
Publicação: 30.01.14-16:43  Atualização: 30.01.14-17:58
 
Direção do IGP recebe comitiva de vereadores de Alegrete
Na tarde desta quinta-feira (30), o diretor-geral do IGP, José Cláudio Teixeira Garcia recebeu, no gabinete, a visita de uma comitiva de vereadores da cidadeImage de Alegrete, formada por quatro parlamentares daquele município. O objetivo da reunião foi o encaminhamento de proposta para melhorias nas instalações do Posto Médico Legal(PML), tais como, estrutura do prédio e equipamentos.
 
A comitiva, composta pela presidente da Câmara Municipal, Cleni Paz da Silva, e os vereadores Celeni de Oliveira Viana, Carlos Oliveira Almeida e José Paulo Alvarenga Machado, após tratativas com a direção do Instituto Geral de Perícias, agendou reunião de trabalho para a primeira quinzena de fevereiro, na vistoria ao PML de Alegrete. Acompanharam o diretor geral do IGP no encontro, a corregedora-geral Andréa Brochier Machado e o corregedor Carlos Eduardo do Prado Marques.

Texto e fotos – Ascom IGP/RS em 30/01/2014      
 
Coordenadora da Sala Lilás (RS) recomenda perícia psíquica para evitar revitimização da mulher
Sala Lilás ajuda a expandir para mulheres vítimas de violência doméstica e sexual em Porto Alegre procedimento de perícia psíquica há muito realizado Imageem crianças e adolescentes. A proposta é utilizar a metodologia  para evitar que o trauma da violência sofrida seja agravado na transição entre os diferentes serviços de denúncia e acolhimento e, ao mesmo tempo, qualificar a prova testemunhal para responsabilização dos autores no Sistema de Justiça.
A Sala Lilás é um espaço de acolhimento no Instituto Geral de Perícias (IGP) – órgão vinculado à Secretaria de Segurança Pública – que tem o objetivo de oferecer um atendimento especializado à mulher vítima de violência (ver box ao final da matéria).
Atualmente instalada em três cidades gaúchas (Porto Alegre, Santana do Livramento e Caxias do Sul), a Sala Lilás quer evitar que a vítima passe por situações de constrangimento,  trabalhando em favor da dignidade da mulher, aponta a corregedora-geral do IGP e coordenadora das Salas, Andrea Brochier Machado.
Sensibilização dos profissionais
Além do espaço de acolhimento humanizado, o projeto prevê a sensibilização dos profissionais para o problema da violência de gênero – o que contribui também para qualificar a coleta de provas para materialidade do crime e responsabilização do agressor. Nesse sentido, um diferencial desse serviço tem sido o encaminhamento de mulheres para a perícia psíquica, quando solicitado pela autoridade policial ou pelo Ministério Público.
Como funciona a perícia psíquica
A perícia realizada se apoia em técnicas consagradas internacionalmente no ramo e adaptadas pela equipe do IGP, resultando em um laudo técnico que pode ser útil tanto na instrução do inquérito policial como servir de prova na ação penal.
De acordo com a coordenadora do IGP, esse procedimento é importante, sobretudo, nos casos de violência sexual em que a produção de prova costuma ser dificultada pela inexistência de evidências físicas e, pode ser  útil também em outras situações em que não há lesões visíveis, como os casos de violência psicológica previstos pela Lei Maria da Penha. “Os laudos têm sido bem aceitos no Rio Grande do Sul; são uma resposta para as agressões que não deixam a marca física”, aponta.
Na perícia, são realizadas duas entrevistas separadamente – uma por peritos criminais da área da Psicologia e outra por médicos legislas da Psiquiatria -, que depois se complementam para composição do laudo. “A perícia é realizada em dois módulos: primeiro é feita uma entrevista investigativa, que usa técnicas cientificamente comprovadas e de uso internacional para obter o depoimento da vítima e, depois, é realizada uma análise psíquica, separadamente”, detalha a perita médica legista e psiquiatra dra. Angelita Rios.
“A memória da vítima é um local de crime; então, temos que ter um cuidado institucionalizado ao coletar a palavra dessa vítima e acessar essa memória para não contaminá-la, nem promover a revitimização. O que temos buscado é qualificar a prova, aferindo critérios de credibilidade e validade de um determinado depoimento, para que o operador da lei tenha isso de uma forma mais robusta”, explica.
Além de qualificar a prova, o uso das técnicas também busca evitar o agravamento do trauma sofrido, conforme destaca a psiquiatra. “A maneira com que uma vítima é acolhida e como é recebida sua denúncia têm também um impacto psíquico”, alerta. Além do cuidado para evitar rótulos, a perícia aponta para o caminho da unificação da prova, evitando que a vítima tenha que repetir o relato da violência sofrida desnecessariamente nos diferentes serviços de denúncia e atendimento. Nesse sentido, quando permitido, o depoimento é registrado em áudio ou vídeo e, além do laudo, os operadores da lei podem receber o material registrado.
Aceitação da perícia psíquica vem crescendo
A aplicação da perícia psíquica em mulheres adultas, entretanto, ainda é recente no Estado e no País. Segundo a perita, este tipo de perícia já vem sendo realizada desde 2001 no Rio Grande do Sul em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes, sendo bastante usual nesta área, e passou a ser aplicada também em casos de violência contra mulheres a partir de 2006. “Sempre temos reuniões buscando o retorno de como está a aceitação dessa perícia no meio legal e ela tem evoluído muito. Mas há uma questão de paradigma aí: antes o processo dependia muito da prova física e, como toda mudança demanda uns 10 ou 20 anos para se consolidar, ainda estamos em uma fase de disseminação da perícia psíquica como prova”, avalia.
A corregedora-geral do IGP e coordenadora do projeto, Andrea Brochier Machado, explica que, na Sala Lilás, as mulheres aguardam atendimentos como a perícia psíquica, a realização de retrato falado digital do agressor, quando necessário, e a perícia física – ou seja, o exame de lesões e coleta de material biológico para compor o laudo pericial. A Sala também oferece atendimento do serviço psicossocial, criado para assistir as vítimas de violência doméstica e familiar e de abuso sexual, oferecendo acolhimento e encaminhamento para tratamentos necessários em outros serviços.
“A Sala Lilás traz uma mudança de atitude, um olhar diferenciado no tratamento das mulheres vítimas de violência. É um local aberto 24 horas para receber, acolher e encaminhar a vítima para exames e para o resgate de sua autoestima”, frisa.
Para a corregedora-geral, a experiência ajudou a tirar o problema da violência contra as mulheres da invisibilidade.
“Antes, nem sabíamos quantas mulheres eram atendidas; os casos eram classificados pelo tipo de lesão. Agora, já sabemos quantas mulheres passaram pela Sala Lilás”. Segundo ela, no Departamento Médico Legal de Porto Alegre, só em casos de violência doméstica os atendimentos estão atingindo a marca de 7 mil mulheres, desde a inauguração da Sala Lilás, em setembro de 2012.
A iniciativa proporcionou visibilidade também para o trabalho do IGP – o que resultou em mais investimentos: o Instituto captou R$ 1,424 milhão em convênio com a Secretaria de Políticas para as Mulheres do governo federal, para instrumentalizar 13 Salas Lilás. Outros R$ 3,665 milhões foram aportados via convênio com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça – montante que será investido na criação de quatro Salas Lilás e no reaparelhamento de outros 29 postos médicos legais do IGP, que ainda não contam com a Sala.
Data: 29/01/2014
Por Débora Prado
Portal Compromisso e Atitude pela Lei Maria da Penha
 
IGP entrega o laudo do incêndio do Mercado Público
O Instituto-Geral de Perícias (IGP) entregou na tarde desta sexta-feira(24), o laudo do incêndio do Mercado Público à 17ª Delegacia de Polícia de PortoImage Alegre. O escrivão Carlos Eduardo Amarante recebeu o documento das mãos do Diretor do Departamento de Criminalística, Antônio Figini, para repassar ao Delegado Hilton Rodrigues. O laudo de incêndio do Mercado Público é um documento complexo, devido à extensão do local e da verificação de danos. Contém o estudo da dinâmica do fogo e a extensão dos danos, minuciosamente descritos em mais de cem páginas, acompanhadas de fotos.
 
Ascom IGP/RS em 24/01/2014
Fotos - Ascom IGP/RS            
 
Retrato Falado Digital utilizado pelo IGP como técnica de identificação é destaque no Diário Popular

No Rio Grande do Sul desde 2008, o lápis e o papel foram trocados pelo mouse, o teclado e um moderno programa de computador para a composição Image digital dos procurados. De acordo com a titular da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), delegada Lisiane Matarredona- "O retrato falado foi essencial para acharmos o suspeito", após a prisão na última quinta-feira do suspeito de estuprar uma mulher de 36 anos na estrada do Engenho, em cinco de janeiro. O retrato falado do mototaxista F.B.L., de 33 anos, ganhou destaque nos jornais impressos e telejornais.
Entrevistado pelo Diário Popular, de Pelotas, o servidor do Instituto de Perícias do Rio Grande do Sul (IGP-RS), fotógrafo criminalístico João Carlos Staub, revelou como é utilizada a ferramenta- “A tela do computador fica virada para a vítima que ao passo do desenho do perito vai lembrando as características do suspeito, auxiliado por um banco de imagens de homens e mulheres de diferentes idades e etnias. Inicialmente a testemunha indica a cor da pele, o formato do rosto e a idade aparentada pelo suspeito. Na seqüência são adicionados à composição fotográfica, os olhos, o nariz e a boca seguidos de acessórios como bonés, toucas e piercings. Ainda é possível fazer projeções de envelhecimento dos traços faciais, combinar disfarces, cicatrizes e tatuagens além de inserir detalhes como formato dos olhos e expressão facial.
Um detalhe na boca, o formato do nariz, a cicatriz na testa ou até mesmo um cacoete. “O maior número de detalhes facilita o trabalho dos fotográficos criminalísticos ou simplesmente peritos na confecção de retratos falados, essenciais na investigação criminal para identificação de suspeitos”.
O fotógrafo criminalista conta que para receber as vítimas na chamada Sala Lilás - espaço diferenciado para atendimento de peritos e outros profissionais a mulheres que sofreram violência sexual e doméstica - é feita uma preparação desde a chegada da vítima na portaria do IGP.
A matéria, assinada por Bruno Halpern, está publicada na íntegra na edição do Diário Popular, do dia 19 de janeiro, na editoria de Polícia.

ASCOM/IGP-23/01/2014

Fonte: Diário Popular

Foto: arquivo/IGP

 
<< Início < Anterior | 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 | Seguinte > Final >>

Resultados 105 - 112 de 1383

© 2014

Direção Geral: Rua Voluntários da Pátria, 1358 - 3º andar - CEP 90230-010 - Porto Alegre/RS
Dep. Criminalística Tel.: (51)3223-6677 - Dep. Identificação Tel.: (51)3223-6122/2798
Dep Médico-Legal Tel.: (51)3288-2656/2650 - Laboratório de Perícias Tel.: (51)3288-2664