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"OPERAÇÃO DESMANCHE JÁ É UMA MARCA DO NOSSO GOVERNO", AFIRMA SARTORI
Os integrantes da força-tarefa da Operação Desmanche, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), foram homenageados nesta quarta-feira (13), durante a reunião do Gabinete de Gestão Integrada Estadual (GGI-E). O ato, que contou com a presença do governador José Ivo Sartori e do secretário Wantuir Jacini, foi marcado pela entrega de placas alusivas ao cumprimento da meta inicial de mil toneladas de sucata automotiva, apreendidas e enviadas para trituração.
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Para Sartori, o sucesso da ação está diretamente ligado à integração dos órgãos responsáveis. “A Operação Desmanche já é uma marca do nosso governo. Superar a marca das mil toneladas é consolidar uma ação integrada que está dando certo. É um exemplo de desarticulação do crime organizado, com inteligência, estratégia e eficácia. A proteção dos gaúchos não se restringe ao investimento financeiro. É preciso, também, planejamento, organização, inovação e qualidade técnica. Meus cumprimentos a todos os responsáveis por esse resultado positivo”, afirmou.

Em 17 operações, realizadas nos municípios de Porto Alegre, Viamão, Gravataí, Sapucaia do Sul, Canoas, Novo Hamburgo, Montenegro e Alvorada, foram apreendidas 1.285 toneladas de sucata automotiva, com 28 desmanches fiscalizados e 27 presos.
Wantuir Jacini destacou a importância do processo de criação da Operação. "A homenagem a todos que trabalharam para que a Operação Desmanche se tornasse uma ação bem sucedida não poderia ocorrer em local mais adequado, pois foi no GGI-E que esta iniciativa nasceu".

Lei dos Desmanches
A Lei Federal 12.977 (Lei dos Desmanches) entrou em vigor em 20 de agosto de 2015, com o objetivo de combater a recepção de veículos roubados. Desde esta data, somente podem atuar no comércio de peças usadas empresas registradas no Detran/RS. Essas empresas devem seguir uma série de requisitos e incluir cada uma das peças à venda no sistema informatizado, vinculando-as à nota fiscal e à placa do veículo de origem. O Rio Grande do Sul possui hoje 212 empresas de desmanches registradas.

Força-tarefa
A força-tarefa foi designada pelo governador José Ivo Sartori para atuar na fiscalização dos estabelecimentos ilegais. Cada um dos órgãos envolvidos tem uma função específica nas operações. A Secretaria da Segurança Pública coordena o trabalho do grupo e também define os alvos, através do Setor de Inteligência.
O Instituto-Geral de Perícias tem a função de identificar peças roubadas e atua na parte criminal das operações, juntamente com a Polícia Civil, que também efetua as prisões. O Detran/RS autua administrativamente as empresas e coordena todo o trabalho de apreensão da sucata e sua destinação para reciclagem. A Brigada Militar, por fim, faz a segurança de toda a operação com agentes do Batalhão de Operações Especiais (BOE).

Consulta a peças
O consumidor também pode ajudar a desestimular o comércio ilegal de peças usadas, comprando somente em empresas credenciadas ao Detran/RS. Essas empresas têm na fachada o logotipo da autarquia, e cada peça é vendida com código de barras e nota fiscal eletrônica.
Também é possível consultar, no site www.detran.rs.gov.br/consulta-pecas a relação de empresas credenciadas ao Estado. Nos chamados Centros de Desmanches de Veículos (CDVs), além da garantia de origem lícita, as peças passaram pelo aval de um responsável técnico, que atesta suas condições de segurança. No link também é possível fazer uma busca por peças e por município.

Confira a cobertura da solenidade das 1.000 toneladas Operação Desmanches, em vídeo, acessando o link https://youtu.be/a-VTPoZdYx4 , página do IGP/RS no You Tube.
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Texto: Claiton Silva e Laura Xavier/SSP em 13/07/2016
Fotos: Norberto Peres – DG - Ascom IGP/RS       
 
VICE-PREFEITO DE SANTA ROSA ENCAMINHA DEMANDAS AO IGP/RS
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Luis Antonio Benvegnú foi recebido no gabinete da DG
 
ImageNa tarde desta segunda-feira (11), o diretor-geral em exercício do IGP/RS, Eduardo Lima Silva, recebeu no gabinete o vice-prefeito da cidade de Santa Rosa. Luís Antonio Benvegnú veio a Porto Alegre com o propósito de encaminhar ao Instituto-Geral de Perícias, demandas relacionadas ao Posto Médico-Legal (PML) daquele município. A administração municipal de Santa Rosa obteve junto ao Ministério Público do Trabalho, verbas a serem investidas em projetos prioritários para a comunidade. Desta forma, a Prefeitura pretende reformar as instalações do PML, inclusive com uma unidade da Sala Lilás, destinada ao acolhimento de mulheres vítimas de violência.

O DG/IGP em exercício contou com a presença dos diretores Marco Antonio Aurélio Cúrcio, do Departamento de Perícias do Interior (DPI) e Administrativo, Sérgio Luiz de Oliveira Lopes. Além deles, a reunião teve o acompanhamento da delegada Sônia Dall’Igna, da SSP, a chefe da Divisão de Materiais do IGP, Cláudia Klarmann e a chefe de gabinete do DPI, Paula Velho Leonardo.

Texto e fotos – Norberto Peres – DG – Ascom IGP/RS em 11/07/2016        
 
SERVIÇO DE VERIFICAÇÃO DE ÓBITO – SVO
No gabinete do secretário Gabbardo reunião com IGP/RS e Polícia Civil encaminha soluções para ítens operacionais nesta área
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Na manhã desta sexta-feira (08), no gabinete do secretário da Saúde do RS, no prédio do CAFF (Centro Administrativo Fernando Ferrari), em Porto Alegre, ocorreu uma reunião entre o secretário João Gabbardo dos Reis, o diretor-geral em exercício do IGP/RS, Eduardo Lima Silva, acompanhado do perito médico-legista Manoel Constant Neto e o chefe de Polícia, delegado Émerson Wendt com o respectivo chefe de gabinete.
Juntamente com duas assessoras, o secretário Gabbardo ouviu as ponderações do IGP a respeito do SVO, serviço prestado pelo DML-IGP/RS há muitos anos no RS, e passa a avaliar soluções para que a Pasta da Saúde seja responsável pelo atendimento, na maior parte dos casos.
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De acordo com os médicos Fábio Zanusso Prates e Uriel Guilherme Pereira da Faculdade Unicastelo Campus Fernandópolis-SP, “o SVO (Serviço de Verificação de Óbitos) é um serviço de avaliação da causa da morte desconhecida ou duvidosa com o objetivo de fornecer elucidação diagnóstica e informações complementares para o serviço de epidemiologia e políticas de saúde pública em geral, o que para a sociedade é de suma importância, pois pode colocar em evidência os possíveis riscos a saúde que estão em emergência, tanto os já conhecidos quanto os que não são comuns, ou ainda casos de uma doença nova em um determinado local. Ou seja, se houve uma morte cuja causa ainda não foi esclarecida por ter evoluído muito rápida ou se ainda houver dúvidas quanto ao real motivo do óbito, o SVO tem a finalidade de "estudar" o corpo através da necropsia por profissionais qualificados, tais como médicos patologistas, técnicos em necropsias e laboratoristas que realizam diversas análises no próprio corpo, exames laboratoriais (hematológicos, sorológicos e bioquímicos, toxicológicos, imuno-histoquímicos), anátomo e histo patológicos.
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O SVO tem a finalidade de investigar as causas de óbito por morte natural, diferente do serviço mais conhecido que é o DML – Departamento Médico Legal (que investiga mortes violentas e/ou acidentais, por afogamento, estrangulamento, por armas de fogo, arma branca, queimaduras, eletricidade, homicídio, suicídio e suspeitas de envenenamento ou outros interesses da Justiça que demandem investigações profissionais)”.

Texto e fotos – Norberto Peres – DG – Ascom IGP/RS em 08/07/2016      
 
DIA DE TRABALHO EM SANTA CRUZ DO SUL
Diretores do IGP/RS cumprem agenda na cidade de Santa Cruz do Sul, participando de reuniões com gestores do município na área da Segurança Pública. E um encontro na Reitoria da Universidade de Santa Cruz com o propósito de renovação de convênio e outras demandas. Confira tudo acessando nossa página no You Tube:

https://youtu.be/7ePNxUD5wqk

Após as reuniões de agenda, o diretor do Departamento de Perícias do Interior (DPI) Marco Antonio Curcio (DPI), acompanhado da chefe de gabinete Paula Velho Leonardo e do servidor Hari José Spaniol visitaram os Postos de Identificação e Médico-Legal, avaliando o andamento dos serviços prestados à comunidade. Veja:
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Texto, produção e fotos – Norberto Peres – DG – Ascom IGP/RS em 07/07/2016     
 
PARCERIAS COM JUDICIÁRIO E PREFEITURA VIABILIZAM REFORMA DO PI EM SÃO GABRIEL
O apoio financeiro pleiteado junto ao Poder Judiciário (Vara de Execuções Criminais – VEC) viabilizou a reforma das instalações do Posto de Identificação do IGP na cidade de São Gabriel, região da Fronteira. De acordo com a servidora Ariagne Bueno Pinheiro Lara, em maio de 2015 foi elaborado um projeto para a reforma das instalações que se achavam em precário estado de conservação. O prédio, de propriedade do Estado e cedido à Prefeitura Municipal, foi contemplado com uma verba de R$ 1.770,76 por parte da VEC, para a compra do material para reforma e pintura dos corredores de circulação, setor de atendimento ao público e recuperação de portas e janelas, incluindo a restauração completa do piso, deteriorado em função da infiltração de água. Da Prefeitura o IGP recebeu apoio para custeio da mão-de-obra. Depois de 14 meses, a comunidade de São Gabriel já pode desfrutar de um ambiente renovado para o encaminhamento de demandas na área de Identificação Civil.
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Texto – Norberto Peres – DG – Ascom IGP/RS em 06 07/2016
Fotos – PI São Gabriel      
 
O QUARTO SUSPEITO DA MORTE DE MÁRCIA ESTÁ PRESO
Polícia Civil de Caxias do Sul cercou a casa e efetuou a prisão na noite dessa terça feira. Três homens e um adolescente envolvidos na morte da papiloscopista do IGP/RS já foram capturados
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O seqüestro e morte da papiloscopista Márcia Regina Pazetto Morais, ocorridos na noite de 12 de abril deste ano já obteve respostas pela ação da Polícia Civil. Após a prisão de dois suspeitos e a apreensão de um adolescente, a equipe do delegado Mario Antonio Mombach Jaworoski chegou ao terceiro suspeito. O homem de 26 anos, considerado o mentor do crime, de acordo com o delegado, foi localizado pelos agentes da Polícia Civil durante a tarde e procurou despistar os policiais se refugiando em um conjunto de casas, no bairro Reolon, em Caxias do Sul. Por volta das 20 horas ele se rendeu.

O crime
“Márcia esperava uma amiga dentro de um Fox quando foi abordada pelo menor e por dois homens, de 20 e 25 anos, e colocada no banco de trás. O homem preso nessa terça-feira ficou em outro carro. Após o veículo percorrer cerca de 100 metros, foi dado o disparo. Em seguida, o carro foi abandonado na localidade de São Giácomo da 9ª Légua, onde foi incendiado.
O inquérito foi concluído em 19 de maio, quando o delegado indiciou os três por latrocínio (roubo seguido de morte), mesmo que o mentor do crime não tenha entrado no carro. "Ele levou eles até ali, forneceu arma, acompanhou o carro, e ainda foi dele a ideia de colocar fogo no carro. Todos participaram do evento-crime", observa o policial.
A polícia não conseguiu determinar quem, de fato, atirou na vítima. Os dois homens presos disseram em depoimento que teria sido o adolescente. O delegado acredita que o tiro tenha ocorrido por um "nervosismo exagerado por uso de drogas" dos participantes do crime. "Ela tinha o hábito de deixar uma arma na mochila. Talvez tenha esboçado reação." (Jornal Pioneiro – Grupo RBS)
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Edição: Norberto Peres – DG-Ascom IGP/RS em 06/07/2016
Fotos: William Mota/Grupo RSCOM e arquivo Ascom IGP/RS         
 
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