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Disque Denúncia

MAIS UM ASSASSINATO ESCLARECIDO PELOS EXAMES PERICIAIS
Análise do sangue encontrado no carro do companheiro da vítima foi fundamental para comprovação da autoria do crime

Nessa terça-feira (06) o site do Jornal Zero Hora – Clic RBS publicou reportagem do jornalista Eduardo Torres a respeito de um assassinato ocorrido na cidade de Alvorada (Grande Porto Alegre). O texto explica de maneira detalhada o papel decisivo do exame de DNA, realizado pelo Instituto-Geral de Perícias – Departamento de Perícias Laboratoriais (DPL), na solução do crime investigado pela Polícia Civil:

ImageExames de DNA foram fundamentais para que a Delegacia de Homicídios de Alvorada solucionasse o assassinato da aposentada Maria Luiza Soares Clausen, 65 anos, ocorrido em setembro na cidade. O autor do crime, segundo os investigadores, foi o próprio companheiro dela, Carlos Elias de Oliveira, 60 anos, que acabou preso na semana passada. Na delegacia, ele manteve o silêncio.

— Ainda estamos esclarecendo a motivação do crime, que provavelmente envolva questões financeiras, mas temos elementos bastante fortes indicando a autoria. Desde o início da apuração o suspeito tentou eliminar as provas do crime — afirma o delegado André Lobo Anicet.

É que Maria Luiza foi encontrada morta com golpes na cabeça, abandonada na Rua Guaíba, bairro Formoza, no dia 22 de setembro. Até então, a polícia apurava o possível desaparecimento dela. O marido havia registrado o suposto sumiço um dia depois do que os investigadores acreditam tenha acontecido o assassinato. Na ocorrência, Oliveira alegava que a companheira havia saído para uma vigília perto de casa e não voltou.

Depois de confirmado que a mulher encontrada morta era, de fato, a aposentada, Carlos teria ido ao DML com o seu carro, mas sem o banco traseiro. Dias depois, os policiais tentaram recolher o veículo para perícia, e foram surpreendidos.
— Ele já havia repassado o veículo para uma revenda de Alvorada. Naquela ocasião, ele havia retirado o banco para lavar — conta o delegado.

Por ordem judicial, o carro foi finalmente levado a análise. E os peritos encontraram, com teste de luminol, sinais de sangue justamente no banco traseiro. O comparativo por DNA confirmou que o material era da vítima.

A polícia ainda apura se Maria Luiza foi morta ou somente transportada no veículo. Não foram encontradas marcas de sangue na casa em que eles viviam, no bairro Umbu.

De acordo com o delegado, o suspeito tem histórico de agressões contra a sua companheira anterior. A sua relação com Maria Luiza, que era aposentada do Tribunal de Justiça, envolvia dependência financeira.

Fonte: Clic RBS – Jornal Zero Hora     
 
PERÍCIA FOI DECISIVA NA SOLUÇÃO DE CRIME EM CANOAS
Adolescente de 14 anos de idade foi morto a golpes de machado. Corpo foi encontrado com o utensílio cravado na cabeça da vítima. Análise dos vestígios revelou a identidade do suspeito
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O Jornal Diário de Canoas, do Grupo Editorial Sinos publicou, na edição da última sexta-feira (02), matéria a respeito do assassinato do adolescente Kelvin Silva Pires, 14 anos, ocorrido no dia 18 de novembro passado. De acordo com a reportagem do jornalista Diego Figueira o Instituto-Geral de Perícias (IGP/RS) chegou ao “resultado positivo da análise de material genético (resíduos de pele) e de impressões digitais no cabo do machado usado para matar Kelvin. Além dessas amostras encontradas no machado, os peritos também acharam sangue da vítima nas roupas do suspeito, um homem de 30 anos preso no mesmo dia do crime, na Vila do Prata, bairro Fátima. Com novas provas, o delegado de Homicídios e Proteção à Pessoa, Valeriano Garcia Neto revelou que pedirá à Justiça a conversão da prisão temporária para prisão preventiva. O preso já tem antecedentes criminais por assalto. Conforme o delegado ‘ele e a vítima conheciam um ao outro por serem da mesma vizinhança’...”

Fonte – DIÁRIO DE CANOAS – GRUPO EDITORIAL SINOS em 06/12/2016     
 
O DIA DO PERITO CRIMINAL – 04 DE DEZEMBRO
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Nesse domingo, 4 de dezembro foi comemorado o DIA DO PERITO CRIMINAL, em homenagem ao Patrono da Perícia Criminal no Brasil, OTACÍLIO DE SOUZA FILHO, que nasceu neste dia e morreu tragicamente em 1976, no cumprimento do dever.

 O INSTITUTO-GERAL DE PERÍCIAS DO RIO GRANDE DO SUL saúda a todos os profissionais da Perícia Criminal, nossos servidores que orgulham a Segurança Pública do Estado pela qualificação e resultados obtidos na produção de provas para a execução da Justiça.

A ORIGEM DA PALAVRA


PERITO vem do Latim PERITUS, “o que tem experiência, o que sabe fazer determinada coisa”, ou seja, um EXPERT. No grego PEIRÁO, “esforço-me, provo”.
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A DIREÇÃO DO IGP/RS – Administração Perito Criminalístico Cleber Ricardo Teixeira Müller       
 
IGP/RS RECEBE GESTOR DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA – GOVERNO FEDERAL
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O diretor-geral do IGP/RS, perito criminalístico Cleber Ricardo Teixeira Müller recebeu, na manhã desta sexta-feira (02), a visita do coordenador-geral de projetos de Tecnologia da Informação (TI), da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, Ministério da Justiça, Governo Federal. O gaúcho Rinaldo de Souza veio a Porto Alegre onde cumpriu agenda, conhecendo as instalações do Departamento de Criminalística (DC-IGP/RS), no bairro Navegantes, em Porto Alegre.
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No gabinete do DG ele ouviu a explanação dos projetos a serem implantados na Perícia Oficial do RS, a curto prazo, por parte do perito Cleber Müller. O DG substituto e supervisor técnico, perito criminal Eduardo Lima Silva acompanhou a visita. Delegado Rinaldo, ao passar pelo DC, fez contato com os peritos da Força Nacional de Segurança Pública, em operação aqui no Estado.

Texto e fotos – Norberto Peres – Ascom - DG – IGP/RS em 02/12/2016       
 
PLANO NACIONAL DE SEGURANÇA CHEGA A PORTO ALEGRE EM JANEIRO

A capital gaúcha, Natal (RN) e Aracaju (SE) foram as cidades-piloto escolhidas pelo Governo Federal e servirão como referência para a implantação do programa em todo Brasil

A partir de janeiro, Porto Alegre começará a receber ações do Plano Nacional de Segurança Integrada. A primeira reunião entre os órgãos de Segurança Pública estaduais, municipais e representantes do Ministério da Justiça e Cidadania (MJC) sobre o programa ocorreu nessa quinta-feira (1º/12)), no Centro de Comando e Controle Integrado da Secretaria da Segurança Pública (DCCI/SSP).

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A capital gaúcha, Natal (RN) e Aracaju (SE) foram as cidades-piloto escolhidas pelo Governo Federal e servirão como referência para a implantação do programa em todo Brasil. As duas primeiras em virtude da presença da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) e a última por ser o município com o maior índice de homicídios por habitantes no ano de 2015, de acordo com o Fórum Nacional de Segurança Pública.

O plano foi criado a partir de um trabalho coletivo. Ao longo dos últimos meses, o MJC vem recebendo a contribuição de todos os órgãos que trabalham a Segurança Pública e Defesa Nacional. Dessa forma, a União acredita que possa ser estabelecida uma agenda de interesse mútuo, que atenda às necessidades de cada estado brasileiro. A intenção é que todas as capitais sejam contempladas ainda em 2017.

A proposta está alicerçada em três eixos principais: redução de homicídios e da violência contra a mulher; modernização e racionalização do Sistema Penitenciário; e fortalecimento das fronteiras no combate aos crimes transnacionais (narcotráfico, tráfico de armas e contrabando). Um investimento de R$ 1,4 bilhão, que prevê a ampliação do efetivo da FNSP e o aumento da parceria com os países do Cone Sul. “Ações que vão ao encontro das reivindicações dos secretários de Segurança de todo o Brasil e que externamos recentemente ao ministro da Justiça nos encontros realizados em Gramado e Goiânia”, disse o secretário Cezar Schirmer.

Em Porto Alegre, os representantes do MJC apresentaram o planejamento estratégico da iniciativa, que servirá como base para a atuação das forças de Segurança e Defesa. Técnicos da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) permanecem no Estado até 16 de dezembro, data em que apresentarão o Plano Tático Integrado – resultado do trabalho em conjunto com as instituições federais, estaduais e municipais que atuam no Rio Grande do Sul. "Queremos um projeto onde todos os atores possam se enxergar, através da contribuição para a sua formatação", afirmou Humberto Freire, coordenador-geral de Articulação e Integração em Segurança Pública da Senasp.

A vinda dos técnicos da Senasp ocorre em virtude da prioridade dada pelo MJC ao tema. A intenção do governo federal é colocar o plano em prática nas cidades-piloto ainda em janeiro. Após a sua elaboração, a proposta volta a ser apresentada aos gestores, para aprovação e subsequente chancela, por meio de um acordo de cooperação federativa. "O Plano Tático Integrado precisa estar 100% adequado às realidades locais. A partir daí ele se torna a base para cada uma das instituições", complementou Freire.

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Texto - Claiton Silva em 1º/12/2016

Fotos – Rodrigo Ziebell e Ascom IGP/RS

 
SEGURANÇA DEBATE IMPLANTAÇÃO DE PRESÍDIOS FEDERAIS NO RIO GRANDE DO SUL
Schirmer afirmou que a medida é de extrema importância, tendo em vista a atual situação de insegurança no RS
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A Secretaria da Segurança Pública (SSP) analisa a possibilidade da implantação de presídios federais no Rio Grande do Sul como forma de auxiliar no combate ao crime organizado no estado. Para ampliar o debate, nessa quinta-feira (1º), o Gabinete de Gestão Integrada Estadual (GGI-E) recebeu a palestra da juíza do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), Cristina de Albuquerque Vieira. O secretário Cezar Schirmer afirmou que a medida é de extrema importância, tendo em vista a atual situação de insegurança no RS. “A instalação de presídios federais é uma reivindicação que se fortalece com o apoio da Justiça Federal. É preciso a colaboração dos órgãos federais e municipais”, disse.

A juíza Cristina usou como modelo o presídio federal de Catanduvas, em Santa Catarina. O local tem capacidade para receber 208 presos de alta periculosidade. “Os presídios federais trariam um emponderamento para a segurança pública do Rio Grande do Sul. O objetivo não é resolver a superlotação, mas desorganizar as facções criminosas e impedir que essas pessoas comandem crimes de dentro dos presídios estaduais”, afirmou a magistrada.
O modelo de Catanduvas faz parte da primeira fase de construção de presídios federais no Brasil. Ao todo, já são cinco regiões que contam com a estrutura: Distrito Federal, Campo Grande, Rio Grande do Norte, Paraná e Porto Velho. A juíza explicou que a segunda fase deve começar em 2017.
 
Participaram do debate, representantes da Secretaria Municipal de Saúde, Polícia Rodoviária Federal, Superintendência dos Serviços Penitenciários, Procuradoria Regional do Estado, Ministério Público, Polícia Federal, Brigada Militar, Instituto Geral de Perícias (IGP/RS – Perita Marília Costa Ribas), Polícia Civil, Tribunal de Justiça, Ordem dos Advogados do Brasil e Conselho Comunitário Pró Segurança Pública.
 
Texto - Ascom SSP em 1º/12/2016
Edição - Léa Aragón/Secom
Foto – Rodrigo Ziebell – Ascom SSP/RS       
 
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